Creepypasta: Os Cadáveres Emanam Emoções

 

Há anos circula no Facebook a história de um médico legista que, ao conversar com o corpo de um professor assassinado, conseguiu amolecer sua rigidez cadavérica e transformar sua expressão facial de tristeza para tranquilidade. A abordagem destaca a importância do respeito e empatia ao lidar com os mortos, reconhecendo sua humanidade. O caso ilustra como a sensibilidade pode transformar até mesmo o trabalho técnico em um ato de dignidade. Leia abaixo:

***

Quando os corpos chegam à autopsia, estão com as roupas com que faleceram e o trabalho do perito é despi-los para iniciar o processo.

Muitas vezes, os mortos chegam com as expressões faciais que tiveram no último momento em vida (medo, tranquilidade, raiva, tristeza) e, às vezes, até com lágrimas nos olhos.

Os médicos legistas dão uma explicação científica para isso, alegando que o cérebro morto, congela o corpo e tudo para, como ficou durante o último suspiro. Existe o caso de um professor que tinha sido sequestrado, assassinado e enterrado há 3 semanas num local distante.

Quando o encontraram, seu corpo ainda se encontrava com o uniforme da escola onde trabalhava, numa posição fetal e seu rosto refletia uma profunda tristeza. Os médicos iniciaram o trabalho para despir o corpo, sem cortar a roupa, afim de analisa-la e foi praticamente impossível para os especialistas deixá-lo nu, dada a rigidez cadavérica.

Foi quando um experiente médico legista chegou e contou seu segredo. Os demais legistas da sala pensaram que o tal médico daria uma solução técnica, científica, médica ou profissional, mas para a surpresa de todos, o legista começou a “conversar” com o cadáver, enquanto começava a despi-lo.

"Você já está aqui, amigo"

"Sua família já o encontrou"

"Você não está mais sozinho"

"Tudo o que eles querem é zelar para que você esteja em paz"

"Eles nunca deixaram de te procurar"

"Ajude-me a acabar rápido e vá com a sua família"

Pois, enquanto fazia isso, os outros legistas ficaram espantados quando viram o cadáver começar a amolecer os braços, pernas e articulações. Lembrando que o corpo ficou três semanas, atrofiado na mesma posição. Aos poucos, o médico legista deixou o corpo daquele professor em uma posição como se estivesse deitado de cabeça para cima e seu rosto mudou, parecia tranquilo.

Este método, pelo que contou o legista, é utilizado por bons médicos que, apesar de conviver diariamente com a morte, não perderam a sensibilidade de saber que diante deles está uma pessoa que foi um pai, uma mãe, um filho, esposa, marido e que devem ser tratados com respeito e dignidade. Muitos acreditam que os cadáveres ainda emanam emoções.

***

Do ponto de vista científico, o caso é improvável e não possui fundamentação. No entanto, sua importância reside na lição ética e emocional que transmite: a necessidade de tratar os mortos com humanidade, independentemente das circunstâncias de suas mortes. É uma história que valoriza a conexão humana e a sensibilidade, mesmo em situações aparentemente desprovidas de vida.

Próxima Postagem Postagem Anterior
Sem Comentários
Adicionar Comentário
comment url